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Dos cinco mosqueteiros da ética no Congresso, so um deputado: Fernando Gabeira

30/06/2007 por João Arnolfo

Matéria da Veja sobre batalha que travam no Congresso os “mosqueteiros da ética”, parlamentares respeitados pelos pares e com respaldo da opinião pública.

Do grupo de cinco que preencharam critérios de influência, ética e honestidade, há apenas um deputado:Fernando Gabeira, do Rio de Janeiro, fundador e símbolo do Partido Verde.

Os outros quatro senadores escolhidos pela pesquisa de Veja são: Pedro Simon(PMDB-RS), Jarbas Vasconcelos(PMDB-PE), Demóstenes Torres(Dem-GO) e Jefferson Perez(PDT-AM).

Vale a pena dar uma olhada na matéria toda para entender mais os rumo para onde podemos estar seguindo na política.

Post Scriptum - Créditos da montagem, sobre fotos de divulgação, por Oscar Cabral/Roberto Barroso/Edvaldo Rodrigues/Jose Cruz-ABR e Ed Ferreira-AE.

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Veja acaba de enterrar Roriz mostrando seu propinoduto

30/06/2007 por João Arnolfo

A revista Veja que começou a circular enterra de vez o coronel do cerrado - mostra como o senador Joaquim Roriz estava usando a amizade com o velho Nenem Constantino para fazer rolo de dinheiro, receber propinas, pagar suborno a deputados, fazer caixa 2 de campanhas, enfim, tudo que se sabia mas não havia provas.

Acabou a vida política de Joaquim Roriz, depois dessa. Tudo agora será uma questão de prazos regimentais e formalidades de acordo com os modernos rituais quase-religiosos diante dos “deuses holofotes” no Palácio do Congresso

Vamos agora pensar nas eleições de 2008 no Entorno (Goiás, Minas, Bahia) sem a influência do rorizismo…algo inédio, nunca aconteceu porque a ditadura acabou há 22 anos e Roriz já era político em Goiânia quando foi expelido para o Distrito Federal.

Como ficarão as prefeituas sobre as quais ele tinha influência$?

Luziânia, Águas Lindas, Formosa, Alexânia, Padre Bernardo, Unaí, Novo Gama, Cidade Ocidental, Valpariso, Água Fria, Planaltina de Goiás e outras, muitas vezes antigas cidades-dormitórios que se firmaram com a chegada de milhares de famílias imigrantes pobres do interior do país?

Como fcará a política no DF em 2010 sem o grupo de Roriz? Quem ocupará o vazio deles ou o grupo sobreviverá alguns anos ainda, com as Jacquelines da vida…

Será que a passagem deles para o grupo Arruda continuará como vem ocorrendo, de maneira mais ou menos pacifica, ou haverá momento em que eclodirão conflitos de interesse muito fortes e o rompimento será inevitável?

Isso sem falar que o governador José Arruda é a vitrine do PFL, digo DEM, e tem que apresentar serviço altura do padrão nacional - e provavelmente deixará se estrumbicar o pessoal do grupo da grana do atualmente quase ex-senador Roriz…

Leia a matéria da Veja clicando aqui.

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Cartas fora do baralho: Renan terá que ser julgado antes de Roriz

30/06/2007 por João Arnolfo

Conversar com motorista de taxi sempre uma diversão de repórter em qualquer parrte do mundo.

Mas nestes últimos dias em Brasilia tem sido uma uma experiência ie tanto para entender um pouco como o noticiário da crise politica no Senado ve, chegando média d a população.

Aqui na capital tem o agravante de que a metade da população, principalmente os mais pobres, votaram sempre em Roriz e seus aliados “azuis”, exceto em 1995 quando elegeram CristovamBuarque, então no PT.

Hoje estes eleitores estão atônitos, sem entender o que está acontecendo - afinal, metade dos eleitores votaram em Roriz para senador e Arruda para governador (birds of the same flock fly together)

E agora se perguntam, que sempre gostou do patriarcal Joaquim Roriz, jeitão de falar parecido com povão, sorriso e muita propaganda.

O eleitorado se pergunta: roriz é mesmo isso que a tv está mostrando.? Náo pode ser…

Caiu um castelo e se deram conta de fizeram papel de bobo.

Os nordestinos pobres e seus descendentes que vieram para cá atraidos pela promessa de lote e ajuda do governo populista de Joaquim Roriz, que ficou 16 dos últimos 20 anos no governo do Distrito Federal, é que formaram a massa de manobra a garantir a camarilha de Roriz no podr este tempo todo.

Após a queda da ditadura, virou amigo do presidente José Sarney com e nunca mais largou o osso.

Agora, é hora de tirar o Roriz. Assim como precisamos tirar o Renan Calheiros.

Nada tenho de pessoal - Roriz inclusive é um goiano gente boa no trato pessoal, cativante. Renan já meio estranho, recusou-se meses atrás a assinar um pedido de sessão conjunta para trazermos o ex-futuro presidente dos Estados Unidos, Al Gore.

Não entendi porque, nem Wiler Diniz, seu assessor de imprensa também entendeu.

Desconfio que era moeda de troca com o Zequinha Sarney - ou, mais proavél, para ter tempo de conversar com Fernando Collor, que também queria trazer o ganhador do Oscar, e explicar para ele que a Frente Ambientalista tem 300 parlamentares e foi a primeira a pedir logo a sessão conjunta.

Não saiu, logo em seguida saiu a notinha da filhinha com a Mônica e desde então é esse inferno que você vê: Renan precisa renunciar ao cargo de presidente do Senado (e portanto do Congresso) até terminarem as investigações do conselhode ética (perdeu o presidente neste fim de semana, tenho certeza).

E Roriz?

Bom ele sabe porque tem que renuncir rapidinho, como dizia o Vizinho do Jefferson - sai daí, Joaquim sai enquanto é tempo.

Porque se passar de segunda, na terça ou quarta o conselho de ética do Senado toma conhecimento do pedido de cassação protocolado pelo PSoL na quinta-feira.

Se não reunciar antes, o processo correrá rápido e será enviado ao plenário onde, nesta altura, o que mais querem é sacrificar alguém no altar do deus mídia.

Só tem um porém: pela ordem de recebimento, o conselho tem que dar provimento primeiro ao pedido contra Renan e somente depois se manifestar sobre o pedido relativo a Roriz.

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