Separar a Amazônia como território sob jurisdição especial, em estado de guerra
2/06/2008 por João Arnolfo
A solução que os polÃticos detestam é a única que serve ao meio ambiente: de tão grave a situação na Amazönia ficou nas últimas décadas, com vinte e cinco milhões de pessoas - e uma boa parte sem amor nem conhecimento à terra, que ali está para acabar com a floresta de pé. As exceções, que ainda asseguram o equilibrio, são as populações tradicionais, os indios, os ribeirinhos, os descedentes dos colonizadores mais antigos, do povo da borracha que aprendeu a amar a imensidão verde.
Propomos tirar a Amazônia do regime unico da Constituição de 1988 e mudar um artgo para criar a situação legal que precisamos: não é região politicamente autönoma mas fica sendo, sob um comando militar-ambiental, uma região sob estatus especial, o que dará ao comando militar-ambiental a palavra final sobre empreendimentos que devem ser desestimulados e os que devem ser incentivados doravante, inclusive com as ajudas para transição.
Quem resistir a este esverdeamento da economia amazônica é porque é bicho-de-pé mesmo que precisa ser tirado para fora da região, pois tem alma de cupim, braços de grileiro e cabeça de ruralista - é melhor ir se filiar aos partidos dos latifundiários, como o DEM, e comprar terra no Centro-Sul onde o capitalismo estará prevalescendo…
Quem quiser fazer parte da reconstrução do modelo econömico da Amazönia estará vivendo a epopéia de transformar uma economia capitalista atrasada num economia verde de ponta, cooperativista, solidaria, com quase nenhuma dependência externa nem poluição por gases do efeito estufa para agravar o aquecimento global.
Claro que será uma economia dirigida, um laboratório dentro do imenso capitalismo selvagem brasileiro - não será tarefa facil, quem sabe foi pensando nisso que chamaram o Professor Pardal pontocom seu chapéu pensador…
Viva a Amazönia Livre do Capitalismo que Destrói a Natureza! Viva a Amazônia socioambientalista soberana!
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09/06/2008 as 16:47
muito boa solução