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	<title>Comentários sobre: Ex-militares confirmam torturas no Araguaia, diz Estadão</title>
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	<description>Politica, Economia, Meio Ambiente</description>
	<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 07:58:04 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Monica Trigo</title>
		<link>http://www.blogdojoao.com/2008/09/16/ex-militares-confirmam-torturas-no-araguaia-diz-estadao/#comment-837</link>
		<dc:creator>Monica Trigo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 15:33:43 +0000</pubDate>
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		<description>Tribunal de Justiça adia decisão sobre processo contra Ustra  

O coronel é acusao de torturar presos políticos no DOI-CODI de São Paulo e, se perder, pode abrir espaço para que o Estado e seus representantes respondam por crimes durante a didadura. Até agora, dois desembargadores votaram. Um a favor e outro contra Ustra.

Em uma audiência curta na abafada sala 510 do Tribunal de Justiça de São Paulo, três desembargadores adiaram pela segunda vez a decisão sobre um recurso movido pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra para extinguir um processo judicial em que é acusado de ser torturador. A ação contra o coronel é movida por Ângela Mendes de Almeida e Regina Merlino, a ex-companheira e a irmã do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino, assassinado nas dependências do DOI-CODI paulista em 1971, quando o órgão era comandado por Ustra. Vinte e seis anos depois da morte de Merlino, a família do jornalista quer que a União reconheça que Ustra foi o principal responsável por seu falecimento. "Não queremos dinheiro, só queremos uma declaração do Estado de que Ustra é o culpado por essa morte e que o Merlino não se suicidou, como disse o Exército na época", afirma Ângela Mendes de Almeida, que deu início à ação no ano passado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tribunal de Justiça adia decisão sobre processo contra Ustra  </p>
<p>O coronel é acusao de torturar presos políticos no DOI-CODI de São Paulo e, se perder, pode abrir espaço para que o Estado e seus representantes respondam por crimes durante a didadura. Até agora, dois desembargadores votaram. Um a favor e outro contra Ustra.</p>
<p>Em uma audiência curta na abafada sala 510 do Tribunal de Justiça de São Paulo, três desembargadores adiaram pela segunda vez a decisão sobre um recurso movido pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra para extinguir um processo judicial em que é acusado de ser torturador. A ação contra o coronel é movida por Ângela Mendes de Almeida e Regina Merlino, a ex-companheira e a irmã do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino, assassinado nas dependências do DOI-CODI paulista em 1971, quando o órgão era comandado por Ustra. Vinte e seis anos depois da morte de Merlino, a família do jornalista quer que a União reconheça que Ustra foi o principal responsável por seu falecimento. &#8220;Não queremos dinheiro, só queremos uma declaração do Estado de que Ustra é o culpado por essa morte e que o Merlino não se suicidou, como disse o Exército na época&#8221;, afirma Ângela Mendes de Almeida, que deu início à ação no ano passado.</p>
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